Jean Paul quer debater política de proteção de dados brasileiros - Salomão Medeiros
Governo do RN

sábado, 6 de julho de 2019

Jean Paul quer debater política de proteção de dados brasileiros

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou, na quarta-feira, a realização de uma audiência pública para debater a segurança cibernética. 

A proposta foi uma iniciativa do senador Jean Paul Prates (PT-RN). Recentemente, o Google – detentor do sistema operacional Android para terminais de comunicações móveis – anunciou a suspensão de seus negócios com a Huawei.

Com a medida, a empresa chinesa poderá perder acesso às atualizações do Android, com o qual todos os seus smartphones funcionam. A próxima versão de seus celulares poderá não conter alguns aplicativos, como a loja Google Play Store e o serviço de e-mails Gmail. 
Os Estados Unidos proibiram empresas americanas de negociar com estrangeiras consideradas perigosas para segurança nacional.

Segundo Jean Paul, o Brasil não tem, no contexto atual, uma política de prevenção contra ciberataques e está à mercê do jogo tecnológico que move Estados Unidos e China na dominação do mercado de internet 5G. 

Além disso, precisa tratar do futuro do armazenamento de dados remotos. “O tema é de fundamental importância, por remeter a questões de segurança nacional e a ações governamentais voltadas à proteção de informações sensíveis, de caráter estratégico, que podem ser alvo de monitoramento por outros países”, justifica.

Foram convidados para o debate o diretor do departamento de segurança da informação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Antonio Carlos de Oliveira Freitas; o secretário de telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Vítor Elísio Menezes; o superintendente de outorga e recursos à prestação da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), Vinícius Caram; o diretor de relações institucionais da Huawei no Brasil, Carlos Lauria; e o presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM) , Sérgio Paulo Galindo.Foto:Divulgação

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