Governo promete investimentos da ordem de R$ 7 bilhões em saneamento em 2018 - Salomão Medeiros

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Governo promete investimentos da ordem de R$ 7 bilhões em saneamento em 2018

O programa Avançar Cidades – Saneamento deve investir, em 2018, cerca de R$ 7 bilhões em obras de saneamento em todo o País. De acordo com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, em entrevista ao programa de rádio Por Dentro do Governo, uma das metas do Governo do Brasil para o próximo ano é levar tratamento de água e esgoto ao máximo de municípios possíveis, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

O ministro afirma que os investimentos serão “expressivos” na área de saneamento ambiental e comentou ainda uma potencial mudança na legislação a fim de facilitar a captação de recursos pelos municípios. “Temos o desafio enorme de levar saneamento a todas as famílias. O governo federal lançou o programa Avançar Cidades – Saneamento para que os municípios possam captar recursos e investir nos planos e projetos de saneamento”, explica.
Habitação-Os esforços para melhorar a vida da população brasileira, em especial das famílias de baixa renda, também foram expressivos com relação à retomada do programa Minha Casa Minha Vida, que, segundo Baldy, regularizou as dívidas com empresas construtoras e voltou a contratar pela Faixa 1, voltada a famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

“Em 2015 e 2016, as contratações da Faixa 1 foram praticamente suspensas e, este ano, já foram disponibilizadas 100 mil unidades no sistema de contratação. Esperamos conseguir chegar, em 2018, a todos que efetivamente precisam desse programa”, disse.

Baldy também destacou o programa Cartão Reforma como meio para melhorar a qualidade de vida e habitação das pessoas de baixa renda. Segundo o ministro, o programa deve receber, no próximo ano, investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. “Todos os municípios que estiverem dentro das condições regulamentares do Cartão Reforma poderão participar. Nosso objetivo é, em 2018, atender aproximadamente 150 mil famílias”, disse.Foto:Luis Macedo/Câmara dos Deputados

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