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Já no começo de 2018, a cobra vai fumar em Felipe Guerra

Duas realidades distintas,dividindo-se entre fartura e escassez de recursos,isso haverá de ser um novo patamar de uma nova história que começará a ser desenhada para o início do ano de 2018 na cidade de Felipe Guerra, região Oeste do estado do Rio Grande do Norte.

De um lado está o governo municipal de Felipe Guerra, quando tem o Prefeito Haroldo Ferreira que deverá adotar medidas rígidas e até antipáticas perante a população.

A cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) vai ser uma nova realidade a ser cobrada da população pela Prefeitura Municipal de Felipe Guerra, quando o gestor deverá encaminhar todos os tramites para começar 2018.

De duas realidades, nos últimos quatro anos do primeiro mandato do Prefeito Haroldo Ferreira,embora com a riqueza de muito dinheiro que entrou nos cofres da municipalidade, atualmente vê-se outro caminho e uma realidade mais triste e dura a ser encarada pelo mesmo.
Entre duas realidades distintas,a cidade de Felipe Guerra viveu o seu apogeu de obras estruturantes quando teve fartura de recursos e entrará 2018 já no período de escassez
Do alto de tanta riqueza,fartura de muito dinheiro,houve-se uma abundância de realização de obras,colocando a cidade de Felipe Guerra nos trilhos do desenvolvimento e na nova vanguarda de um novo tempo de mais prosperidades.

Passou-se o tempo da abundância,quando começa a bater as portas da Prefeitura Municipal de Felipe Guerra,um período de escassez de recursos, devidos os altos custos administrativos do poder público municipal, leia-se Prefeitura Municipal de Felipe Guerra.

Das heranças herdadas dos últimos mais de 25 anos, de prefeitos quando deixaram desastres econômicos, sociais, educacionais e em todas as áreas, destacando-se nesse emaranhado dívidas do INSS, COSERN, CAERN e outras, atualmente a Prefeitura Municipal de Felipe Guerra arca com pagamento de parcelamentos de dívidas contraídas nas gestões passadas com valores altos, comprometendo a realização de novos investimentos.

Da somatória de todas as dívidas, os valores passam de números absurdos anualmente, sendo que esses valores poderiam ser investidos em obras de infraestrutura e outras áreas.

Embora ele não tenha cobrado nos quatro anos de sua primeira administração,sabe-se que toda cobrança de impostos,seja em municípios pequenos ou grandes, sempre foi visto com antipatia,principalmente a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),gerando nas cidades de habitações minúsculas a revolta de comerciantes e da população, quando pagam tributos demais aos cofres da União.

Dessa insatisfação por parte da população, vem as questões políticas locais,quando vereadores da base de governo aprovam na Câmara Municipal de Vereadores,valores que muito das vezes fogem da realidade econômico e social de cada município,deixando em certos casos,a imagem do prefeito (a) até desgastado politicamente.Foto:Reprodução

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